Onde o exercício militar falha

Vejo em um dos jornais recentes que alguém se revelou como o inventor original do Escotismo. Este é o quarto em que agiu assim em quatro anos. Tenho para mim que o fundador original, Epictetus(2), morreu muitas centenas de anos atrás.
Este em particular fala que nós pervertemos os ideais originais dele e que não somos suficientemente militarizados.
A verdade é que esses cavalheiros vêem uma semelhança em nossa tropa com algo que eles imaginaram para eles, mas não estudaram a fundo e não puderam perceber, portanto, seu significado ou suas possibilidades.
Qual nosso objetivo? Eles parecem não considerar isto como alguma coisa importante no argumento deles. Mas acontece que é a pedra angular na qual a questão se apóia.
Nosso objetivo é pegar os jovens e abrir suas mentes, revelando o caráter de cada rapaz (e não há dois exatamente iguais), fazendo-os bons homens, para com Deus e sua pátria, encorajando-os a serem trabalhadores enérgicos e serem honrados, varonis e com sentimento fraterno uns com os outros.
Como o nosso Movimento atrai todas as classes ( os mais pobres têm iguais chances e consideração tanto quanto os mais afortunados), muita da desigualdade humana do presente será transformada em valorosa cidadania. É pelo caráter de seus cidadãos, e não pela força de seus braços, que um país se mostra superior em relação a outros.
B-.P em revista aos lobinhos


Se pudermos instigar aquele caráter e senso de fraternidade em todos os nossos jovens, em casa e nos domínios britânicos ultramarinos, estaremos forjando um elo mais forte do que o que une no momento o Império inteiro.
E como o Movimento torna-se firme, como está acontecendo também em países estrangeiros, promoverá um laço comum de simpatia que traz a paz entre as nações.
Nossas oportunidades e possibilidades nesse sentido são imensas, e estes são os objetivos que nossos Chefes Escoteiros têm ao planejar seu trabalho.
Mas nossos originais inventores aparentemente nunca pensam nessas finalidades. Isto certamente não poderão alcançar através do exercício militarizado mais do que poderiam alcançar ensinando seus avós a andar na corda bamba.
Pessoalmente não ousaria falar disto não fosse por ter alguma experiência nesse assunto em particular. Uma boa parte da minha vida foi gasta treinando rapazes para serem soldados, cadetes ou Territorials (3), e servi com todos eles na ativa em mais de uma campanha. Tive oportunidade de ver os cadetes novamente na África do Sul e Canadá, e, nos primeiros tempos na Nova Zelândia e Austrália. Estas visitas me confirmaram a opinião que então expressei, ou seja, aquela que com o excelente material que encontramos em nossos jovens por todo o Império é bastante possível mandar para fora uma impressionante força de cadetes, todos habilidosos em manobras, cheios de autoconfiança, fardados com esmero, e com alto percentual de atiradores de elite. Mas muitas pessoas parecem achar que homens bem treinados são necessariamente bons soldados. Eu os testei em serviço e tive pouco uso para eles. Quanto melhor o soldado é exercitado em ordem unida, menos pode-se confiar nele para agir com responsabilidade individual.
A chamada disciplina era muito competente para impor neles o medo pela punição ou reprimenda, em vez de impor o espírito de agir corretamente. E este é essencial, se você não quer meramente dar um verniz de obediência, que não resiste a um teste de serviço.
Estas coisas, e muitos outros atributos do bom soldado, que podem ser resumidos na palavra caráter, devem ser instilados neles antes de poder considerá-los adaptados para o treinamento militar em ordem unida. Este é, na realidade, o polimento final, e não, como muitos parecem pensar, o primeiro passo para fazer um homem batalhador.
Os Boers nunca foram treinados militarmente, contudo se mostraram bons lutadores, e resistiram a nossas tropas treinadas em uma campanha de mais de dois anos.
Por que isso aconteceu? Porque eles tinham o lastro apropriado de caráter para a tarefa – eles eram independentes e diligentes, especializados em usar melhor sua coragem, bom senso e astúcia, (os três que fazem um bom soldado – coragem, senso comum e destreza). Aqueles homens só precisaram de um polimento final de ordem unida e uma disciplina um pouco mais forte para torná-los muito melhores soldados.
Esta é a seqüência de treinamento necessária. Se você aplica o sentido contrário, obtém somente o aspecto atraente. Você precisa, como essência, primeiramente ter o caráter estabelecido como seu lastro de trabalho.
Agora, qual é o objetivo dessas pessoas que querem treinamento militar em seus jovens?
Ordem unida nunca fará um bom cidadão, o que é bastante óbvio.
O objetivo deles deve ser então (a) fazê-los soldados em potencial para eles e (b) pegar os jovens com fascinação por ordem unida e assim trazê-los debaixo de alguma forma de disciplina e exercícios que são bons para eles.
No primeiro caso é essencial que os Chefes Escoteiros tenham instrutores excepcionalmente bons, caso contrário o ensino de disciplina nas paradas uma ou duas vezes por semana provavelmente não terá um efeito muito duradouro no caráter dos rapazes, e também o treinamento enfraquece no jovem depois de algum tempo e o afasta de tornar-se um soldado mais tarde. Se ele se engaja pensando que sabe tudo sobre o assunto, seu espírito, acostumado com o sofrimento temporário, ressentir-se-á com a disciplina quando estiver sob uma coisa tão real quanto permanente.
Como Oficial, simpatizo totalmente com alguém que disse que preferiria ter recrutas que nunca foram treinados, a esses que descreveu como "pães meio assados, que estavam crus, foram amassados novamente, e assados de novo antes que fossem bons soldados".
Em todo caso os líderes desses jovens poderiam aconselhá-los melhor a se tornarem cadetes genuínos e não mascará-los como Escoteiros.
No outro caso (b), a atração e treinamento de jovens rebeldes é certamente mais recomendável, e de longe o meio mais fácil para lidar com eles no que diz respeito ao comandante.
Mas então porque não unir-se à Associação Cristã de Moços ou aos Jovens da Igreja, cujo treinamento segue aquela direção?
B-.P saúda jovens facistas
Por transformarem nossa roupagem, mas não nossos idéias, ele espalham falsos conceitos sobre nossas intenções. Os pais e o clero supõem naturalmente que a arte militar é o fim e o objetivo do treinamento Escoteiro, e reagem de acordo. Eles não percebem que estamos trabalhando em um plano muito mais alto que aquilo, ou seja, fazer bons e bem sucedidos cidadãos.
Claro que há muitos Chefes Escoteiros em nosso Movimento que gostariam de dar um tom definitivamente mais nacionalista no treinamento de seus jovens. Eles acham que os jovens por si mesmos não percebem que o treinamento do caráter deles como escoteiros será a base de melhor qualidade para atingir metas futuras, seja ela tornar-se um soldado ou marinheiro, cidadão ou colono.
(Uma pequena prova nesse sentido é encontrada no Corpo de Cadetes dos Domínios Ultramarinos. Eu fui inspecionar os Cadetes, e encontrei algo em torno de 80 por cento de Sargentos Cadetes que foram Escoteiros de início.)
Bem, eu estou completamente de acordo com o sentimento de parte de nossos Chefes Escoteiros, e penso que encontrarão uma abertura no novo esquema dos Escoteiros Senior que agora está sendo criado, quando, com a base estabelecida e os jovens com idade para julgar por si mesmos, eles poderão seguir em alguma das linhas colocadas acima que possa atraí-los.

Janeiro de 1914

(1) Were Drill Fails (onde a ordem unida falha) – Drill: ordem unida.



(2) - Epiteto, em grego: epiktetos, "comprado" (* em Hierápolis, Frígia 55 - † Nicópolis, Épiro 135) foi um filósofo grego estóico que viveu a maior parte de sua vida em Roma, como escravo a serviço de Epafrodito, o cruel secretário de Nero que, segundo a tradição, uma vez quebrou-lhe uma perna. Apesar de sua condição, conseguiu assistir as preleções do famoso estóico Gaio Musônio Rufo. De sua obra se conservam um Enchyridion, o "manual de Epiteto", e alguns discursos - editados por seu discípulo Flavio Arriano. Como viver um vida plena, uma vida feliz? Como ser uma pessoa com boas qualidades morais? Responder a estas duas perguntas fundamentais foi a única paixão de Epiteto. Embora suas obras sejam menos conhecidas hoje em função do declínio do ensino da cultura clássica, tiveram enorme influência sobre as ideias dos principais pensadores da arte de viver durante quase dois mil anos.Para Epíteto, uma vida feliz e uma vida virtuosa são sinônimos. Felicidade e realização pessoal são consequências naturais de atitudes corretas.

UEB perde mais uma instância na Justiça para os Tradicionais

Já vem de longa data a peleja dos Neo escoteiros da União dos Escoteiros do Brasil com o intuito de ser a única a praticar escotismo no Brasil, bravata a qual nós da FET rebatemos junto a autoridades Brasileiras e Guineenses e assim protegemos nossos grupos de quaisquer ataques.
Cabe ressaltar que ao fim dos processos contra a nossa associação serão disparados processos da Federação e de pessoas afetadas diretamente por estas ações.
Estas ações poderão gerar milhões em indenizações para os afetados, onde por infelicidade dos membros da UEB terão que de certa forma arcar com o prejuízo criado por seus dirigentes que, com endeusamento pessoal, acreditaram que poderiam agir diversamente do modo escoteiro e obter sucesso.
Os grupos da FET tem como apoio um corpo de advogados que assessoram a federação e a defende e assessora todos os grupos em questões locais.
A direção da FET seguirá em harmonia com todas as associações que se portem escoteiramente, utilizando para isso o princípio da reciprocidade de tratamento.
Para informar aos interessados extraímos parte da decisão do Ilustríssimo Desembargador Flavio Rostirola
...
Com relação ao termo "escoteiro", constata-se que houve o depósito da marca no INPI em 29 de setembro de 2008, cujo deferimento se deu em 03 de novembro de 2010.
Da leitura dos documentos de fls.74/75, percebe-se que o deferimento de exclusividade da marca "escoteiro" está vinculada a algum produto, como brinquedos, bolsas, chaveiros, uniformes, camisas etc.
O registro de um termo como marca de produto ou de serviço perante o INPI não é realizado para o fim de se conceder exclusividade de uma atividade, como faz crer a autora.
Em outras palavras, não se pode excluir de outras instituições a possibilidade de oferecer a atividade de escoteiro, porque não há exclusividade da Autora nesse mister.
Inclusive, a necessidade de regulação e de organização das atividades ligadas ao escotismo não se confundem com o registro de marca, que, por sua vez, não impede o uso da palavra escoteiro nas atividades da associação ré.
Ou seja, o fato de a autora possuir o registro da marca "escoteiro" não lhe dá o direito de ser a única associação existente no Brasil a praticar o escotismo e a utilizar a palavra escoteiro em suas atividades.
Note-se que a ocorrência de violação ao registro da marca dependeria de prova da distribuição de produtos ou de serviços com o termo reservado no INPI, o que não ocorre na espécie.
A ré pode, portanto, fazer uso do nome ESCOTEIRO sem ensejar prejuízos à Autora.
A instituição de associação com a finalidade de formação de jovens, focados no trabalho em equipe e na vida ao ar livre e que utilize o termo escoteiro em suas atividades não implica em ofensa ao direito resguardado pela Lei nº 9.274/96, que pressupõe o uso de uma marca.
Ainda sobre o tema, eis douto aresto deste Egrégio, que bem se amolda ao caso vertente:
"COMERCIAL - MARCA E NOME COMERCIAL - ABSTENÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE NOME E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS - AUSÊNCIA DE IMPEDIMENTO LEGAL - IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO.01."O direito de exclusividade de uso de marca, decorrente de seu registro no INPI, é limitado para a classe para a qual é deferido, não sendo possível a sua irradiação para outras classes de atividades. Aplicação do princípio da especialidade. Precedentes do STJ" (REsp. 142.954-SP).02.A doutrina e jurisprudência sedimentadas primam pela proteção da marca, com o objetivo de reprimir a concorrência desleal, evitando possibilitar a confusão do consumidor no momento de adquirir produtos ou serviços, o que não restou caracterizado nos autos.03.Recurso desprovido. Unânime.(20010111054975APC, Relator ROMEU GONZAGA NEIVA, 5ª Turma Cível, julgado em 06/10/2003, DJ 25/03/2004 p. 47)" Grifei
Quanto ao recurso da Autora, com o reconhecimento da ausência de conduta que importe no uso indevido da marca "escoteiro" pela Requerida em suas atividades, mostra-se indevida a indenização por danos materiais e morais.
Quanto aos danos morais, cumpre salientar que os documentos que atestariam a exposição de ofensas na internet também não são capazes de demonstrar qualquer abalo na imagem da Autora (fls.181/205).
A meu ver, a exposição de irresignação quanto ao registro da marca "escoteiro" não constitui ato ilícito indenizável.
Sobre o tema:
"PROPRIEDADE INDUSTRIAL. MARCA REGISTRADA NO INPI. USO INDEVIDO. DANO MORAL. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. SENTENÇA MANTIDA. I - Verificado que ambas as empresas atuam no mesmo ramo empresarial e que a marca utilizada por elas, em razão de sua semelhança, pode causar confusão entre os clientes, deve prevalecer o direito daquela que teve sua marca devidamente registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). II - À medida que a autora não comprovou que sua reputação foi atingida em virtude do uso indevido de sua marca por outra empresa, a não configuração dos danos morais é medida que se impõe. III - Negou-se provimento a ambos os recursos. (Acórdão n.411061, 20070110976507APC, Relator: JOSÉ DIVINO DE OLIVEIRA, Revisor: ANA MARIA DUARTE AMARANTE BRITO, 6ª Turma Cível, Data de Julgamento: 10/03/2010, Publicado no DJE: 24/03/2010. Pág.: 87)" Grifei
Assim, mostra-se correta a improcedência do pedido de indenização por danos morais e materiais.
Por esses motivos, NEGO PROVIMENTO ao recurso de apelação da Autora e DOU PROVIMENTO ao recurso de apelação da requerida, para, reformando a sentença, julgar totalmente improcedentes os pedidos.
Condeno a Autora ao pagamento das custas processuais e da verba honorária, que ora fixo no montante de R$10.000,00 (dez mil reais).
É o meu voto.



Quaisquer duvidas maiores todos poderão entrar em contato com a Direção da FET através do site www.escoteirotradicional.org , pelo email escoteirotradicional@gmail.com

Minha postura como lider

Como lider de uma federação e de algumas associações, atualmente trabalhando nas Nações Unidas no continente africano, devo ter muito cuidado ao me expressar, pois os corações maldosos sempre tentam deturpar aquilo que realmente é.
Então vamos partir de uma máxima, existem 3 verdades, a minha, a sua e a verdade verdadeira. A minha verdade sai da visão de uma lente diferente de todas as demais, podendo muitas vezes até parecer muito, mas em um ponto irão discordar, não despresando a maldade na lente do meus leitores assíduos que são as pessoas que tentam me combater vou expor a minha verdade e de início já falo, se tenho que entender o seu lado comece por entender o meu.
Como liderança formo opnião, influencio atitudes e diante disto tenho que externar meu ponto de vista de forma clara, para que todos entendam sou Probonista, o que vem ser isto?
Probonismo é uma corrente filosófica que trabalha com os princípios éticos absolutos, ou seja que foram criados pela natureza como regra, aceitando suas excessões, mas não as tendo como referencial para as ações. Para exemplificar isto, o fato do sexo como base da evolução do carater de cada um, como probonista tomo como base o ser humano como homem e mulher, as outras vias são excessão e são aceitas como realidade, mas não como regra. Podemos discorrer na linha probonista de diversas formas mas fiquemos pro aqui.
Sobre tudo sou Cristão, pois sigo a Biblia e tenho Jesus como meu unico salvador, tento imitar a Cristo e amar meu próximo. Não sou adepto ao pecado da forma definida pela Biblia, peco sim, sou um dos piores pecadores, mas não persisto no pecado e tento me fazer melhor para ajudar os outros. Sigo regras e gosto de me juntar a aqueles que também as seguem, evito pessoas sem palavra ou oportunistas.
Sou Escoteiro Tradicional, porque acredito que a melhor forma de se praticar o escotismo foi da forma que BP nos ensinou, sem alterações de nomemclaturas, objetivos e até princípios. Apesar do mundo hoje está diferente existem coisas que não precisam ser mudadas, só para agradar uma parcela da “Clientela”. Como não precisa cumprir os deveres para com Deus, basta não fazer o mal. Ou, dos deveres para consigo mesmo como base da minha promessa, se ajudo o proximo a patria eu cumpro os deveres para consigo, o mundo já está muito egoista para mudarmos isto. Não gosto de criação de distintivos para simplesmente agradar alguns adultos, os distintivos são fruto de uma vida dedicada, não como alguns que entraram ontem e você nota os uniformes com estrelas de oficiais (não levando em conta que isto é crime), dezenas de distintivos pelo uniforme. Poderia também falar horas sobre isso, aliás este é o tema do meu blog.
Sou Boina Azul, trabalho para a paz mundial e dentro deste trabalho tenho que ver além da simples situação tenho que compreender uma história secular, o clima dentre outras centenas de variantes, tenho como base o profissionalismo e o respeito cultural, coisas que aprendi por ser Cristão, Probonista e Escoteiro Tradicional. Trabalho com pessoas desde animistas até Fundamentalistas Mulçumanos, com pessoas de ambos os sexos e das dezenas de orientações sexuais, ajudo a todos que precisam sem olhar cor, raça ou credo, mas não posso deixar de olhar e discernir o que é certo do que é errado e agir da melhor forma humana para dirimir o problema. Represento no meu dia a dia 193 países, não represento grupos de pessoas, nem mesmo os meus interesses pessoais, estou para fazer o bem.
Desta feita como pessoa e lider vou sim orientar e exortar os meus liderados para fazerem o melhor, não só com palavras, mas com atitudes. 
Atitudes estas que me levaram desde a liderança estudantil no inicio da década de 90, passando pela polícia como operador no Pelotão de Choque e agora como escoteiro chefe que trabalha como boina azul em um dos países mais pobres do mundo.

E por fim venho falar sob a minha ótica, debaixo da minha verdade pessoal o quanto eu abomino algumas pessoas que ficam nos seus comodos escritórios, cada vez mais gordos, filosofando sobre aquilo que nunca viveram. A aqueles lideres de grupos, religiosos ou não que não se confrontam com a realidade humana e ainda mais aqueles que se dizem e não são. Por isso falo a todos aqueles que ainda possam escutar, não se associem a aqueles que apoiam aquilo que não é certo para você, fazendo isto você se torna mais fraco. Não vá a instituições onde a sua direção tem atitudes suspeitas e por fim não sigam lideres que não tem história pessoa. Na falta disto tudo a melhor coisa é fazer o que faço siga a Jesus.

Sobre Movimentos Juvenis


Hoje estamos em um estado de anomia, onde os parâmetros morais não são aceitos e não são estimulados e em pouco tempo qualquer padrão de conduta moralmente correto será considerado algo como fobia ou discriminação. Jovens matam outros, matam pais de família e nossa lei é deturpada por alguns operadores da Lei nos levando ao caos.



São poucas as iniciativas positivas para os jovens e daí algumas pessoas procuram de uma forma ou outra cobrir esta lacuna. Uns abrem grupos escoteiros, outros desbravadores ou quiçá uma tropa com características militares fortes. Cada um com sua base moral e seu código de conduta, mas na maioria das vezes tem uma boa intenção. Acredito que é melhor um jovem criado na rigidez da conduta moral do que um criado a própria sorte junto de marginais de bandidos.
Hoje vemos alguns pudibundos condenarem estas iniciativas e ficam querendo defender suas idéias que não deram certo, inventando métodos e números para justificar suas ações, poderíamos citar associações que começaram no século passado e vem se arrastando. Por tentarem  se reinventar acabaram se autodestruíram e tentam de várias formas denegrirem as outras com pontos de vista “discriminatórios” e fóbicos, discriminam qualquer iniciativa que tenha resultado melhor que as deles, são aversos a tudo que não esteja debaixo de sua autoridade.
Desbravadores
Da minha forma de encarar o mundo, eu louvo qualquer iniciativa que tire o jovem necessitado dos perigos do mundo. Não me importa o método, se muito militar ou pouco, se religioso ou ateu. Dentro da minha missão de ajudar os jovens apoio todos, desde que os princípios morais como temor a Deus, amor a Pátria e ajuda ao próximo estejam inclusos. E como Cristão apoio mais ainda aqueles que se originam dentro das igrejas que tem o amor ao próximo como norteador das ações.
O que me faz não apoiar alguns movimentos ou associações é a forma que se colocam, usando nomes que não os identificam, tendo diretores com histórico nada condizente com seus cargos, pessoas apegadas a cargos, a títulos e não ao serviço.
Então desta forma eu apoio os Gladiadores do Altar por terem vida própria e estarem a serviço de Deus, apoio os Escoteiro Florestais por estarem defendendo realmente a natureza, carrego nossa bandeira do Escotismo Tradicional por acreditar que tem bases e objetivos.
Gladiadores do Altar
De outra forma me reservo ao direito de não apoiar uma associação escoteira, por não respeitar as Garantias Constitucionais e atacar as demais associações, não apoio os grupos premilitares, por se aproveitarem da vontade dos jovens envergarem uma farda  e não dou valor a nenhuma iniciativa que tente se apropriar de algo que não lhe pertence.

A cada um cabe seu discernimento, você aceitando ou não.

Sobre o Curso 360º da FET

Podemos assistir um filme, ler um livro, escutar um discurso e de acordo com a nossa vivência interpretamos de uma forma, vejamos a Biblia ela mesmo é interpretada de diversas formas, onde de algumas maneiras dizemos que é errada ou não, pelo simples ponto de vista pessoal e
Curso 360º Mato Grosso
doutrinário o qual estamos acostumados e fomos criados. Sabemos que hoje o escotismo como filosofia educacional é empregada de diversas formas e em cada uma com suas peculiaridades e suas “verdades” e desta feita a Federação dos Escoteiros Tradicionais, dentro da sua estratégia de crescimento, concebeu o Curso de escotismo Tradicional 360º ou simplesmete 360º.
O curso foi criado inicialmente para responder a demanda de Grupos Escoteiros Tradicionais que estão em criação ou em fase de adaptação o método escoteiro tradicional, em lugares onde ainda não existir um GET funcionando ou não possuir um formador escoteiro tradicional trabalhando junto com a direção da Associação a se filiar. Este curso tem duas apresentações uma onde de terça a quinta os adultos participam de 10h de aulas teóricas, onde tem noções gerais do escotismo tradicional e logo após vão para a atividade prática de 48h de campo, onde irão viver o escotismo tradicional no ambiênte natural, acampando utilizando em plenitude o Método Escoteiro Tradicional.  E outra que são uma reunião de preparação e na outra semana 73h de atividades acampados e com palestras durante as atividades.
Esta forma foi concebida seguindo os padrões internacionais da WOIS e adequada a realidade nacional, tendo sucesso em diversos grupos tradicionais pelo país e agora pelo mundo. Como escoteiros tradicionais mantemos um padrão irrepreensível  e único de nossos cursos, para desta forma tradicionalmente crescermos coesos em nossa missão e método.

ACIDENTES DE PERCURSO

Durante algum tempo se aceitou algumas adequações neste curso para tentar melhor atender aos grupos que solicitava, mas tristemente, se mostrou perigosa e ineficaz. Existiu um caso onde o grupo não foi devidamente instruido e este caminhou para algo que não era escotismo, gerando a sua desfiliação por não atender os padrões mínimos que a FET acredita serem necessários.
Tiveram também alguns grupos que iniciaram o processo de filiação, mas não aplicaram o 360º e em pouco tempo perderam o rumo e encerraram as atividades ou mudaram de denominação não se chamando mais escoteiros.

UM SÓ CAMINHO


Acreditamos que nós escoteiros tradicionais estamos trilhando um só caminho, sem deixar de reconhecer os demais que seguem caminhos paralelos como o NEOESCOTISMO, LIBEROESCOTISMO ou outro que queiram, dando a todos a liberdade de escolher com quem desejam trilhar o escotismo.
Lembrando o que Paulo nos orientou "Tudo, porém, seja feito com decência e ordem" (I Co 14:40), diante disto iremos cobrar um padrão TRADICIONAL de nossos grupos a todo tempo, e sob as orientações de nosso estatuto, POR e demais normas.

Se você ou seu grupo desejam ser tradicionais e se juntar a FET, entre em contato pelo e-mail: escoteirotradicional@escoteirotradicional.org e acesse www.escoteirotradicional.org

Insígnia da Madeira na visão da FET


Hoje em dia, como desde o início do escotismo vemos pessoas que procuram títulos para supostamente reconhecer seus esforços, pessoas que a qualquer preço querem se investir de uma graduação a qual está aquem de suas capacidades, sabemos que exitem pessoas e cada uma se porta de uma maneira diferente, melhor ou pior, mas um referencial mínimo se faz necessário.


Um dos títulos mais almejados entre os adultos do escotismo é a Insígnia da Madeira, o tido por muitos como o ultimo grau de um chefe e por ser uma espécie de “grau máximo” alguns fazem de tudo para obte-lo de alguma forma e foi por isto que a FET colocou padrões mínimos bastante claros para que se possa alcançar esta graduação e não para ter como título e sim para poder servir de forma melhor o escotismo.
Se você pegar o capítulo 7 do POR da FET verá etapas para que os chefes cumpram para conquistar cada etapa, aquelas etapas são as minímas que um adulto deve cumprir para poder receber cada distinção. Lá você irá encontrar desde as etapas da Promessa de um Adulto até o necessário para se alcançar as 4 contas da Insígnia da Madeira.
Durante este caminho o adulto terá que cumprir prazos e metas mínimas para comprovar seu conhecimento e sobre tudo seu amadurecimento dentro do escotismo e  cada grau que se alcança surgem as suas responsabilidades.
Na promessa o adulto aprende quem somos e quais são nossas tradições básicas, na Insígnia de Brownsea ele adquire e comprova que pode trabalhar como Assistente de outro chefe, ajudando e cooperando pelo objetivo comum. Já na Insígnia de Giwell ele irá aprender como ser um chefe de tropa e também um Chefe de Grupo Escoteiro Tradicional, colaborando com todos os orgãos do Grupo. Até aí temos a formação de um chefe por completo.
Aqueles que desejam trabalhar mais e ajudar como formadores continuam a sua carreira com a Insígnia da Madeira (IM), a qual para conquistar as Duas contas, começamos com duas, ele deverá mostrar que tem habilidades, predisposição e competência para trabalhar como tal, para isto será avaliado em três etapas, uma tem que ter parecer positivo de um IM, reconhecido pela FET e pela WOIS ou ser aprovado em um Curso de Adestramento Prelimiar para a Insígnia da Madeira (CAPIM), recebendo então uma autorização para cursar. No segundo momento é o curso em si, uma semana vivenciando e colcando em prática tudo que aprendeu até então e deverá receber aprovação e logo em seguida vem o Trabalho para Conquinsta da IM (TCIM), onde em nossa Federação se pede um trabalho de produção intelectual a ser acordade entre o Cursado em IM e seu tutor, trabalho este que pode variar, normalmente é apresentado um manual, uma monografia e em alguns casos até a preparação, organização, execução e avaliação de uma grande atividade, objetivo é que este demonstre seus conhecimentos na prática.
Então conquistado a IM ele passa a ter o direito de ter a Insígnia e o dever de contribuir na formação e orientação de outros adultos, mas não para por aí, temos a Terceira conta, a qual este deverá apresentar amadurecimento e os trabalhos realizados deste a conquista da sua IM e deverá compreender aplicar o método escoteiro tradicional na formação de outros chefes.
Por fim a 4ª Conta, que é o ultimo, onde além de desmontra conhecimento Filosófico e prático de todo o Escotismo, deverá ter condições de formar outros adultos para que ultrapassem seu nível de conhecimento e compreensão do escotismo e trabalhe na coordenação de um Curso da Insígnia da Madeira.

Atual situação

Existem associações locais e mundiais as quais aplicam regras diversas a estas estabelecidas pela FET e chanceladas pela WOIS. Existem associações que a pessoa pode levar até 10 anos para conquistar a IM duas contas e outros 10 para as 4 contas, podendo nunca chegar e existem associações que em 3 meses ou até menos conquistam esta graduação, fazendo com isto que se perca o padrão mínimo de um Insígnia da Madeira e o reconhecimento deste como tal e uma associação diferente da dele.
Na FET quando se filia uma pessoa que já é possuidora da IM, para ela poder gozar de todas as prerrogativas poder trabalhar como formadora, tem que passar por um estágio probatório que varia de caso a caso, primeiro vai se cobrar que este entenda a filosofia do escotismo tradicional e em seguida que seja multiplicadora deste, podendo até desenvolver algumas atividades supervisionadas, caso possua trabalho intelectual satisfatório e cumpra as etapas definidas pela EAT Nacional (Equipe de Adestramento Tradicional) este terá convalidado sua  conquista.
Cabe ressaltar que não estamos falando em refazer cursos ou retirar a conquista e sim que seja adequado o conhecimento já adquirido ao escotismo tradicional, durante este período será recomendado que este não utilize os símbolos (para evitar problemas específicos), mas participe sempre das Reuniões de Giwell em todos os níveis, do local ao mundial.


Trabalho sem fronteiras

Caros amigos,
No peito o escudo escoteiro
      Tenho muitas novidades para contar, mas vamos pouco a pouco.
      A mais nova e que estou em outro continente servindo nas Nacoes Unidas.
       E nas duas primeiras semanas fiz varios contatos e ja comecei o trabalho para trazer o Escotismo Tradicional da FET para este continente.
       Ja realizei varias reunioes com autoridades locais para iniciar o Grupo Piloto na Guine Bissau, ja recebemos apoio de varias pessoas e em poucos dias se iniciarao os trabalhos com os jovens.
       Aqui vejo varias pessoas aos sabados portando seus lencos mais ainda nao vi nenhum devidamente uniformiza, pois a pobreza e grande. E este sera o maior desafio, uniformizar os escoteiros daqui.
       Como proposto desde o inicio a FET nao tem fronteiras em seus trabalhos , pois trabalha de forma cooperativa com todos que desejam e aderem a nossa maneira de trabalho.
Peco aos amigos que possam ajudar que entrem em contato pelo nosso e-mail e vamos juntos levar o escotismo aos lugares mais distantes.

      Sempre Alerta